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Nem Tudo é Paz e Amor

Escrito por Pandora Filmes -

Nomes como Moreno Veloso, Marília Aguiar, Nara Gil, Sarah Sheeva, Beto Lee e Anelis Assumpção estão no centro do longa, que chega ao circuito em 27 de agosto, pela Pandora Filmes.

Ser criança num ambiente em que “é proibido proibir”: quais as dores e delícias de viver, dentro de casa, o caos das revoluções artísticas e comportamentais da contracultura? “Nem Tudo é paz e amor”, novo longa-metragem de Betão Aguiar, mergulha em memórias, dinâmicas familiares e na herança cultural do Brasil dos anos 1970 a partir de relatos íntimos de nomes como Moreno Veloso, Nara Gil, Marília Aguiar, Sarah Sheeva, Beto Lee e Anelis Assumpção. O documentário, que integrou a seleção do festival In-Edit Brasil 2026 com quatro sessões esgotadas, chega ao circuito comercial em 27 de agosto, com distribuição exclusiva da Pandora Filmes.

Filho da escritora e produtora Marília Aguiar e de Paulinho Boca de Cantor, pilar fundamental do grupo Novos Baianos, Betão revisita episódios extraordinários e também os traumas que marcaram a infância dele e de seus entrevistados naquele contexto de liberdade, psicodelia e efervescência artística. “Nossos pais ousaram sonhar um mundo diferente e romper padrões – mas percebi que certos vazios pediam respostas”, conta o diretor, em sua segunda incursão no cinema de longa-metragem depois de “Samba de santo – resistência afro-baiana (2020). 

A ideia original de “Nem tudo é paz e amor” é de Jasmin Pinho, sua amiga de adolescência, falecida em 2020. O filme foi realizado com recursos provenientes da Ancine via FSA e BRDE e Betão também assina a produção executiva do longa, ao lado de Minom Pinho, em uma parceria Casa Redonda e Zapipa Produções.